19 de junho de 2017

Nossa, fiquei super sumida por aqui né? E estou sumida também com meus posts sobre viagem, meu último foi em 2016.

Quem me segue nas redes sociais sabe que sai de férias e também sabe que depois das férias fiz duas viagens (logo mais terão posts sobre elas) e por isso me ausentei do blog.

O post de hoje vai falar sobre a viagem para PRAIA DO SONO, no Rio de Janeiro (bem próximo de Ubatuba).

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Já adianto que esse é um tipo de viagem pra quem gosta de tranquilidade, para quem não precisa de luxo e se você é de Indaiatuba como eu, não se importa em pegar algumas horas de estrada (5 hrs de viagem sem trânsito).

Li um pouco sobre o lugar antes de ir pra lá e também conversei bastante com amigos que já tinham viajado pra lá e assim me preparei para a viagem.

Fui nesse último feriado de 15 de junho e sinceramente achei que fosse passar bastante frio, até porque eu não ficarei em pousada e iria acampar de frente para o mar (uma experiência única, acampar na areia e de frente para o mar).

Além do frio, já me avisaram que lá quase não tinha comércio, então teríamos que levar nossa alimentação (outra preocupação, e o medo de passar fome?), mas a parte boa é que teríamos energia elétrica e banho quente não seria um problema. Mas outro detalhe bastante importante era: para chegar na praia do sono ou você vai andando, fazendo uma trilha de uma hora e meia…ou você vai de barco, paga por pessoa e faz uma micro viagem de 5 a 10 minutos.

Então dois dias antes da viagem me organizei…fiz a lista das coisas que eu deveria levar para me manter aquecida, um pouco confortável, sem fome e  tentando carregar pouco peso (porque ainda não era garantido conseguir o barco, já que as vezes o mar pode não estar bom e dai, nada de barco).

Lista do supermercado pronta, lá fui eu, comprei itens para café da manhã, almoço e jantar, tudo prático para 4 dias.

Depois foi a vez do itens para colocar na mochila (sim, só levei uma mochila que tinha a comida AND as roupas e acessórios).

Confesso que a lista dos itens para uso próprio (roupas e afins) só ficou grande porque “estava frio”, se fosse em época de verão, seria bem menos itens.

Saímos na madrugada de quarta para quinta-feira, umas 3 da manhã…chegamos por lá 7 e pouco, quase 8 hrs da manhã, pegando chuva na serra.

A maior preocupação era pegar conseguir o barco, porque a mochila estava pesada (tinha frutas, batatas, itens pesados), além da barraca, colchão, colchonete… e SIM, o barco estava lá o/….apenas 2 pessoas por barco + a bagagem. Você chega numa vila, onde você deixa o carro estacionado (ou em estacionamento ou nas casas dos moradores de lá e paga uma taxa), nessa vila passa uma van de tempo em tempo, coisa de uns 15 a 20 minutos. Essa van te leva pra dentro de um condomínio, que beira o mar e lá você pega o barco.

Paguei R$30,00 pelo barco, indo eu e minha bagagem.

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Cheguei lá e o barco já me deixou no camping que eu queria, chamado Lá em Casa (acho que era esse o nome, a dona chama-se Neía). O camping tinha água quente, cozinha compartilhada, mas não tinha tomada (para carregar celular ou qualquer outra coisa que precise de tomada). Com bastante árvore, sol não foi problema…e a melhor parte, a barraca foi montada de frente pro mar…

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Apesar da cozinha compartilhada, levamos panela, talheres e fogareiro (sou nojenta, confesso, não curto usar itens de geral assim, rs).

A diária do camping foi R$20,00, mas negociamos por ser baixa temporada e porque estávamos em 10 pessoas. Acho que o normal é R$30,00.

Bom, acho que já compartilhei bastante informação sobre a viagem né?

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Algo importante, o sinal de telefone lá é bem fraco, mas em alguns lugares você consegue fazer ligação e enviar SMS…internet já é um pouco mais complicado, no máximo trocar mensagem por whatsapp – mas eu fiz um detox de 4 dias e não ficava tentando procurar sinal nem nada, quis apenas viver o momento lá.

Ah, você encontra comércio por lá, a noite encontramos um barzinho com música ao vivo (forró e samba), tem alguns restaurantes com comidas simples e caseiras (caso não queira levar comida e ache melhor fazer as refeições nesses lugares) e alguns botecos que vendem um pouco de tudo, inclusive papel higiênico caso você esqueça, haha.

O resumo da Praia do Sono foi, um lugar para descansar, viver e aproveitar ao máximo o dia, ficar encantada com a paisagem a minha volta e fazer algumas fotos (não muitas, eu realmente esqueci o celular lá, não usava pra nada) e claro, aproveitar a cia das pessoas que estão com você e fazer novas amizades…pessoal faz bastante fogueira na areia e é uma delícia, da pra conhecer bastante gente…!

Todo mundo que vai pra lá vai na mesma pegada, acampar, viver com pouco, aproveitar a natureza, surfar (sim, da pra pegar onda). Da pra fazer trilhas também (fizemos em um dos dias para conhecer a praia ao lado, Praia dos Antigos)…trilha tranquila, mas acho bacana não levar apenas chinelo, garante um tênis também, rs!

Espero que tenham gostado do post e que alguma dica tenha sido útil. Caso tenha dúvidas, deixa aqui nos comentários que se eu conseguir ajudar, conte comigo ;-)

Sim, todas as fotos que estão ai foram feitas por celular durante essa viagem =)

PS: Ah, e como toda viagem ao ar livre e com natureza, LEVE REPELENTE…eu tenho alergia a inseto e voltei com lembranças de borrachudo e pernilongo de lá, mesmo com repelente, rs! Proteja-se

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